Monografias dos discentes do Campus Três Rios
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OS EFEITOS DO PLANO REAL E A DISTRIBUIÇÃO DE RENDA NO BRASIL NO PERÍODO DE 1994 A 2004
AUTOR: MOREIRA, ADRIANO / ORIENTADOR: MARQUES, JÓDINEY BENEDITO
O COOPERATIVISMO DE TRABALHO: UM INSTRUMENTO DE INSERÇÃO SÓCIO-ECONÔMICO
AUTOR: CARVALHO, URSULA ARÊAS DE / ORIENTADOR: SILVA, PAULO ROBERTO DA
RECENTES MEDIDAS PARA A REDUÇÃO DAS DESIGUALDADES RACIAIS VERIFICADAS NO MERCADO DE TRABALHO NO BRASIL
AUTOR: RODRIGUES, MARIA DAS GRAÇAS DE / ORIENTADOR: RAMOS, DINÁ ANDRADE LIMA
A PRODUÇÃO DE BIODIESEL NO BRASIL
AUTOR: RIBEIRO, TIAGO DE OLIVEIRA / ORIENTADOR: RAMOS, DINÁ ANDRADE LIMA
MERCADO DE TRABALHO NO BRASIL POS PLANO REAL
AUTOR: PAULA, GISELLI ALONSO / ORIENTADOR: SILVA, PAULO ROBERTO DA
A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA COMO VIA DE COMPETITIVIDADE NAS COOPERATIVAS AGROINDUSTRIAIS: O CASO COPERSUCAR
AUTOR: TEIXEIRA, MARCELA ROCHA DE SOUSA / ORIENTADOR: SILVA, PAULO ROBERTO DA
RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA NO BRASIL
AUTOR: FERREIRA, FLÁVIA MACEDO / ORIENTADOR: RAMOS, DINÁ ANDRADE LIMA
EMIGRANTES DE GOVERNADOR VALADARES
AUTOR: RIBEIRO, LUANA FREITAS / ORIENTADOR: SOUZA, JULIANA CARVALHO DE
EDUCAÇÃO, RENDA E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO
AUTOR: DUARTE, ALEXSSANDER DEZIDÉRIO / ORIENTADOR: SOUZA, JULIANA CARVALHO DE
LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL
AUTOR: FARIA, GISELLY GUIMARÃES DE / ORIENTADOR: SOUZA, JULIANA CARVALHO DE
CONDICIONANTES DA EFICIÊNCIA NA AGROPECUÁRIA DO NORDESTE
AUTOR: SANTOS, FERNANDO ANTÔNIO AGRA / ORIENTADOR: CARVALHO, FÁTIMA MARÍLIA ANDRADE DE
O COMBATE À CORRUPÇÃO NO BRASIL: UM ESTUDO DE CASO
AUTOR: MOREIRA, HEBER ALLERSON DE SOUZA / ORIENTADOR: RAMOS, DINÁ ANDRADE LIMA
EDUCAÇÃO, CIDADANIA E ENSINO PÚBLICO EM TRÊS RIOS: QUAIS OS CAMINHOS?
AUTOR: NÓBREGA, LUCIANA DE AMORIM / ORIENTADOR: NÓBREGA, LUCIANA DE AMORIM
CÁLCULO DO ÍNDICE DE ARBORIZAÇÃO URBANA (ÍNDICE DE ÁREA VERDE) COMO INDICADOR DA QUALIDADE SOCIOAMBIENTAL PARA A CIDADE DE TRÊS RIOS, RJ.
AUTOR: Raphael Fonseca de Sá Silva / ORIENTADOR: SADY JÚNIOR MARTINS DA COSTA DE MENEZES
"O presente trabalho objetivou alcançar um índice de área verde urbana para as ilhas de urbanização da cidade de Três Rios-RJ. Foi utilizada a base de dados do IBGE, disponibilizada de forma gratuita, e processada pelos programas Erdas Imagine 9.2 e ArcGISn 10.3.1. Encontrou-se um índice igual a 97,925 m2/hab., considerando a divisão da área coberta por vegetação (árvore) classificada (Cenário 1) e índice igual a 230,596m2/hab., considerando a divisão do somatório da área coberta por vegetação (árvore) e pasto (Cenário 2) pelo número total de habitantes da cidade de Três Rios, segundo dados do IBGE (2010). O índice obtido revelou que as áreas urbanas de Três Rios possuem um índice de área verde expressa em m2/hab. bastante elevado, valor esse, que supera os níveis referenciais estabelecidos pela OMS de 12m2/hab. e pela SBAU de 15m2/hab. Concluiu-se que apesar do elevado número encontrado no resultado, é necessário um estudo com uma base de dados atual e de melhor qualidade em termos de resolução espacial e temporal, possibilitando assim realizar um trabalho mais exato, o qual fará não apenas uma análise quantitativa, mas também qualitativa das áreas verdes urbanas do município, de forma que posteriormente sejam traçadas estratégias voltadas para um melhor uso dessas áreas pela população."
GEOQUÍMICA DO FLÚOR DISSOLVIDO NAS ÁGUAS MINERAIS DO PARQUE SALUTARIS, PARAÍBA DO SUL, RJ.
AUTOR: Ingrid Fernandes Dias da Cruz / ORIENTADORES: Olga Venimar de Oliveira Gomes e Emmanoel Vieira da Silva Filho
O Estado do Rio de Janeiro teve sua primeira fonte hidromineral descoberta em 1887, no município de Paraíba do Sul. As águas mineralizadas do Parque Salutaris, situado no mesmo município, tiveram sua primeira análise em 1889 sendo verificadas como águas ferruginosas, bicarbonatadas e gasosas que foram denominadas respectivamente de fonte Alexandre Abrahão (desativada), Nilo Peçanha e Maria Rita. Considerando que estas águas sempre foram utilizadas pela sociedade local e que existem artigos que comprovam altas concentrações do íon fluoreto, o objetivo deste trabalho foi compreender a origem e o comportamento do flúor dissolvido nas águas minerais do Parque. O Parque Salutaris é considerado uma área de preservação ambiental e não possui um plano de monitoramento da qualidade das suas águas minerais. Portanto, a compreensão da origem e distribuição de flúor na água pode ser útil na gestão deste recurso hídrico como, estratégia de gestão sustentável e análise de risco. No presente trabalho foram realizadas coletas e análises completas e complementares dos íons maiores e do íon fluoreto dissolvidos na água subterrânea principalmente em época de seca entre os anos de 2012 e 2013. Durante a amostragem, ainda foram realizadas medidas físico-químicas in situ do potencial hidrogeniônico (pH), condutividade elétrica (CE) e temperatura através da sonda multiparamétrica. Nos resultados foram observadas concentrações do fluoreto acima do padrão de potabilidade da de 1,5 mg/L, como no P-09 (Agosto/2013) com um valor de 3,49 e no P-10 com um valor de 1,62, ambas em épocas de seca. As águas minerais no parque foram classificadas como bicarbonata-sódica, bicarbonatada-mista e bicarbonatada-magnesiana. Foram encontradas correlações positivas entre o F/Na e o F/SO4. As altas concentrações de sódio na água podem aumentar a solubilidade do flúor. Foi considerado que o gnaisse, rocha com muita biotita identificada no local de estudo, seria a principal fonte de flúor para essas águas naturais, principalmente para a Gruta dos Pingos.
A AGRICULTURA EM ECOSSISTEMAS URBANOS: UM PASSO PARA A SUSTENTABILIDADE DAS CIDADES
AUTOR: Thayza de Oliveira Batitucci / ORIENTADORES: Ângela Alves de Almeida e Erika Cortines
Um dos principais desafios da atualidade é estabelecer estratégias sustentáveis de modo a solucionar as dificuldades provenientes do processo de urbanização, industrialização e crescimento populacional. Por sustentabilidade entende-se como, uma mudança social que acrescenta ao modelo de crescimento econômico-industrial, as variáveis ambientais e sociais. Nesse sentido, Agricultura Urbana (AU) possui a capacidade de desempenhar relações sustentáveis nas dimensões econômica, social e ambiental das cidades. É definida como uma atividade localizada no interior ou na borda da zona urbana, que cultiva, processa e distribui uma variedade de produtos alimentares ou não. Trata-se de uma atividade tradicional do meio rural, mas que é realizada no ambiente urbano, a qual precisa estar em consonância com a complexa teia de interações existentes no ambiente que está inserida, afim de promover a sustentabilidade no meio urbano. A Ecologia Urbana surge como uma alternativa para estudar o ambiente urbano como um ecossistema, e as interações provenientes da AU. Sendo assim, o objetivo desse trabalho é analisar sob a ótica da ecologia urbana, as interações das atividades agrícolas no ecossistema urbano, analisando quais as contribuições AU para a sustentabilidade das cidades. Este estudo foi desenvolvido por meio de uma revisão bibliográfica e um estudo de caso sobre o Programa de Agricultura Urbana, promovido na região metropolitana do Rio de Janeiro pela Assessoria e Serviços a Projetos de Agricultura Alternativa (AS-PTA). Através da análise, observou-se grande provisão de serviços como geração de renda, aumento na conservação da biodiversidade, inclusão social, melhoria no fluxo de transportes, entre outros. Com isso, a agricultura urbana se configura como um importante mecanismo de equilíbrio, atendendo a uma relação benéfica com os componentes do ecossistema urbano.
EFEITOS DA FLORAÇÃO SOBRE A FAUNA DE FORMIGAS QUE FORRAGEIA SOBRE Bauhinia monandra Kurz. (LEGUMINOSAE: CAESALPINIOIDEAE)
AUTOR: Wésley Altino Flores / ORIENTADOR: FÁBIO SOUTO DE ALMEIDA
O objetivo do presente trabalho foi estudar a influência da floração e de características das árvores da espécie Bauhinia monandra Kurz sobre a fauna de formigas que nela forrageia, em área urbana do município de Três Rios-RJ. As formigas foram coletadas com armadilhas arbóreas em 15 árvores, sendo efetuada uma coleta no período de floração e outra no período sem flores. Foram coletadas 20 espécies de formigas, as quais são pertencentes a 11 gêneros e cinco subfamílias. As subfamílias com maior riqueza foram Formicinae (oito espécies) e Myrmicinae (seis espécies). O gênero com maior número de espécies foi Camponotus (seis espécies), seguido por Pseudomyrmex (três espécies). A riqueza de espécies total foi significativamente maior no período com floração (16 espécies) que no período sem flores (11 espécies) (Curva de Acumulação de Espécies; p < 0,05). O mesmo ocorreu com o Índice de Diversidade Shannon, foi significativamente maior no período com floração (2,28) que no período sem floração (1,81) (Teste t; t = 2,01; p = 0,048). Além disso, a composição da fauna de formigas entre as épocas com e sem floração variou expressivamente. O diâmetro da copa influenciou positivamente a riqueza de espécies de formigas por árvore (Regressão Múltipla Passo-a-Passo; R2 = 52,36%; F = 14,290; p < 0,01). Quando incluídas no mesmo modelo matemático, o diâmetro da copa, a circunferência a altura do peito e o número de flores explicaram significativamente mais de 56% da variação da riqueza de espécies de formigas por árvore (Regressão Múltipla Passo-a-Passo; R2 = 56,25%; F = 4,715; p = 0,02). Pode-se inferir que a floração de B. monandra propicia recursos adicionais para a fauna de formigas, aumentando a riqueza e a diversidade de formigas na época que as árvores estão com flores. Além disso, as árvores maiores apresentam mais espécies de formigas. Isso demostra que as práticas de preservar as árvores mais antigas da arborização urbana e de evitar podas desnecessárias podem propiciar a presença de uma maior gama de espécies de formigas nas cidades
O DISCURSO AMBIENTALISTA NAS RELAÇÕES DE PODER DA MÍDIA: ESTUDO DE CASO DA REGIÃO CENTRO-SUL FLUMINENSE
AUTOR: VIVIANE AMÉLIA RIBEIRO CARDOSO / ORIENTADORES: THAIS ALVES GALLO ANDRADE e Rafael Nogueira Costa
O trabalho desenvolvido tem por objetivo analisar o conteúdo ambiental a partir da contextualização dos momentos ambientalistas a partir da década de 1970 até os dias atuais e apresentar as especificidades do jornalismo ambiental por ser uma importante ferramenta da comunicação com o intuito de promover uma visão holística que envolve as questões políticas, biológicas e sociais, que além de preencher a sua função informativa também deve apresentar as causas e soluções para os problemas ambientais além de mobilizar a sociedade frente aos interesses que condicionam o agravamento destas problemáticas. O presente trabalho apresenta com estudo de caso o Entre-Rios Jornal, localizado no município de Três Rios que atende também os municípios da região Centro-Sul Fluminense. Procuramos identificar como as informações sobre as questões ambientais são feitas e divulgadas compreendendo o período de 1970 a 2015, a partir de uma construção histórica dos movimentos ambientalistas através do levantamento bibliográfico que compreende o estudo de Ana Carolina Aguerri Borges da Silva (2015), Pedro Jacobi (2003), Eduardo J. Viola e Paulo F. Vieira (1992). Os estudos da comunicação ambiental, jornalismo ambiental e ecologia do jornalismo, foram descrito a partir dos estudos feitos por Cristiano dos Santos Muniz (2009) Wilson da Costa Bueno (2007) e Reges Shwaab (2011), que possibilitaram caracterizar as três funções que o jornalismo ambiental deve exercer. Os estudos de John B. Thompson (1995) e Michel Foucault (1985) foram necessários para a compreensão das relações de poder existentes entre a mídia e a sociedade. A análise envolveu no total 500 reportagens de cunho ambiental destacadas entre o período da década de 1970 até o início do século XXI. As reportagens sobre meio ambiente coletadas no Entre-Rios Jornal apresentaram a função informativa relacionada à apuração de fatos em forma de denúncias, dados econômicos e industriais, chuvas intensas e transtornos relacionados à mesma. A função pedagógica encontra-se de uma maneira mais explícita quando expõe os problemas ambientais de forma a condicionar a notícia sobre um assunto específico a partir de um texto-base, replicando seu conhecimento sobre, por exemplo, a fauna e a flora, o desenvolvimento das cidades, ou sobre questões científicas. Muitas vezes esta intertextualidade expõe o pensamento econômico/político/social de cada década, porém necessitando uma abrangência holística e crítica sobre as questões ambientais. A repercussão das ações ambientais, principalmente nas datas comemorativas são mais voltadas às questões políticas e industriais da cidade com o intuito de promoção simbólica relacionado ao dia do meio ambiente, da água, do solo e a proteção ambiental. Com base nos dados apresentados foi possível compreender que as funções desempenhadas pelas notícias com cunho ambiental favorecem a imagem política e econômica da cidade e que a função pedagógica ainda apresenta em menor quantidade principalmente quando é necessário expressar diferentes opiniões, sendo que esta função necessita de mais atenção ao ser trabalhada nas redações dos jornais.
ESTUDOS ECOTOXICOLÓGICOS EM FUNÇÃO DO USO DA TERRA E QUALIDADE DA ÁGUA EM MUNICÍPIOS APÓS A DESATIVAÇÃO DE LIXÕES: O CASO DO MUNICÍPIO DE
AUTOR: Valéria Garcez de Oliveira / ORIENTADOR: Fabíola de Sampaio Rodrigues Grazinoli Garrido
A água é um recurso natural de extrema importância para todos os seres vivos, sendo fundamental para a manutenção da vida na Terra, desta forma, a água é utilizada para diversos fins, sendo um destes o consumo humano para alimentação, dessedentação, atividades de lazer e higiene, entre outros. O saneamento básico que inclui o fornecimento de água potável torna-se um direito de todo e qualquer cidadão, garantido pela lei 11.445 de 2007, portanto, o município que não oferece à sua população água de qualidade e considerada potável segundo as normas regulamentadores fere gravemente o direito ao saneamento básico. Além disso, a ausência de saneamento básico gera diversas consequências à saúde pública. O município de Arantina em Minas Gerais não possui nenhum tipo de tratamento de água distribuindo a água diretamente à população. Análises laboratoriais cedidas pela própria Prefeitura Municipal apontam a presença de coliformes fecais nas amostras do sistema público de abastecimento. Além disso, a área de captação não possui nenhuma proteção e à montante desta existe um terreno aonde, em 2013, funcionava o lixão municipal, este fator agrava as possibilidades de contaminação hídrica. É importante mencionar que o município possui uma Estação de Tratamento de Água, entretanto, a ETA encontra-se desativada. O presente trabalho tem o objetivo de realizar estudos na área de Ecotoxicologia considerando a área de lixão desativado, a qualidade da água fornecida à população e também, os dados da saúde pública municipal. A pesquisa foi realizada através de levantamentos bibliográficos a partir de artigos científicos e documentos cedidos pela Secretaria Municipal de Saúde. Além disso, também foram realizadas análises de pH e condutividade elétrica de amostras coletadas relacionando os dados encontrados com as condições temporais da região. Os pontos de coleta foram: a área de captação hídrica, torneira após reservação antes da filtragem, torneira após reservação após a filtragem e uma fonte alternativa de água, popularmente chama de mina. As coletas foram realizadas em maio, junho, agosto, setembro e outubro, foram coletadas duas amostras de cada ponto. Os dados de pH obtidos encontraram-se dentro dos padrões estabelecidos pela Resolução CONAMA 357/05 e pela Portaria 2.914/11 do Ministério da Saúde, exceto amostras coletadas em período de precipitação mais intensa, neste mesmo período de precipitação intensa ocorreram episódios de diarreia no município, o que pode estar relacionado com o aumento da concentração de Escherichia coli na água do rio. Não existem padrões para condutividade elétrica, entretanto, a bibliografia consultada recomenda resultados abaixo de 500 μS.cm-1 a 25 °C, todas as amostras mostraram-se abaixo do indicado. Algumas doenças também foram identificadas e observou-se maior ocorrência de algumas em certas faixas etárias, este fato pode estar ligado à presença da bactéria Escherichia coli na água consumida pela população. Portanto, o município deve instalar com certa urgência uma ETA para distribuir à sua população uma água de qualidade e que esteja dentro dos padrões de potabilidade, para que assim diminua os gastos com tratamento de patogenias que poderiam ser evitadas com investimentos em saneamento básico.
Caracterização Geoquímica dos Elementos Terras Raras na Bacia do Rio Paraíba do Sul, trecho de Três Rios, RJ.
AUTOR: Tayana Borges de Lima / ORIENTADORES: Olga Venimar de Oliveira Gomes e Eduardo Duarte Marques
Os Elementos Terras Raras estão presentes no dia-a-dia como: contrastes para exames, em objetos de uso doméstico como lampiões, presentes em alguns tipos de vidros, na agua que ingerimos, na agricultura entre outras formas. O Objetivo deste trabalho foi qualificar as concentrações de ETRs analisados em cinco campanhas, medidas em época de chuva e épocas de seca na Bacia do Rio Paraíba do Sul, trecho Três Rios. As amostras foram filtradas e quantificadas, após isso foi efetuada a normalização dos dados obtidos através dos padrões de condritos de Boyton, folhelhos de NASC e PAAS. Para fazer a analise dos dados obtidos foram criados gráficos e comparados com padrão de águas de rios e padrão de rochas da zona de cisalhamento de Juiz de Fora/ Três Rios. As distribuições das concentrações de ETRs apresentaram características distintas, mostrando a complexidade da compreensão do comportamento dos ETRs. A origem é geológica para os ETRs dissolvidos na água dos rios de Três Rios (Rio Paraíba do Sul, Piabanha e Paraibuna) e o processo de transporte de sedimentos das margens dos rios, em época de chuva, são os principais responsáveis pelas elevações das concentrações de ETRs na área de estudo.