{"id":45,"date":"2018-05-21T15:36:49","date_gmt":"2018-05-21T18:36:49","guid":{"rendered":"http:\/\/itr.ufrrj.br\/determinacaoverde\/?p=45"},"modified":"2018-06-19T13:51:33","modified_gmt":"2018-06-19T16:51:33","slug":"determinacao-verde-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/itr.ufrrj.br\/determinacaoverde\/determinacao-verde-2\/","title":{"rendered":"Projeto de Pesquisa &#8211; Escolha de \u00e1reas priorit\u00e1rias para a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade na regi\u00e3o do Vale do Para\u00edba"},"content":{"rendered":"<p>Projeto de Pesquisa<\/p>\n<p>Escolha de \u00e1reas priorit\u00e1rias para a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade na regi\u00e3o do Vale do Para\u00edba<\/p>\n<p>Coordenador: Prof. Dr. F\u00e1bio Souto de Almeida<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Proteger as esp\u00e9cies e os ecossistemas existentes na Mata Atl\u00e2ntica se reveste de elevada import\u00e2ncia, pelos in\u00fameros benef\u00edcios que proporcionam para a sociedade, mas \u00e9 tamb\u00e9m um grande desafio, pois a sua \u00e1rea original passou de 150 milh\u00f5es de hectares para aproximadamente 16 milh\u00f5es de hectares, em fun\u00e7\u00e3o do desmatamento (Ribeiro et al. 2009). Apesar disso, muitas esp\u00e9cies de animais, plantas e outros organismos ainda habitam a Mata Atl\u00e2ntica, inclusive existem muitas esp\u00e9cies que somente s\u00e3o encontradas na Mata Atl\u00e2ntica (Myers et al. 2000).<\/p>\n<p>As florestas nativas de Mata Atl\u00e2ntica na regi\u00e3o do Vale do Para\u00edba foram grandemente reduzidas, principalmente pelos plantios de caf\u00e9 no per\u00edodo colonial (Stein 1985, Dean 2002, Soares 2011). \u00c9 necess\u00e1ria a indica\u00e7\u00e3o de remanescentes florestais com potencial para a manuten\u00e7\u00e3o da biodiversidade, al\u00e9m da delimita\u00e7\u00e3o de \u00e1reas que devem ser reflorestadas para tornar a paisagem mais adequada para a conserva\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies e de suas intera\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas (Durigan et al. 2006). Sendo preciso identificar e estudar os fragmentos florestais que ainda existem no Vale do Para\u00edba para criar estrat\u00e9gias para alcan\u00e7ar a conserva\u00e7\u00e3o da sua biodiversidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Objetivos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Identificar \u00e1reas priorit\u00e1rias para a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade na regi\u00e3o do Vale do Para\u00edba.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Apontar \u00e1reas priorit\u00e1rias para a implementa\u00e7\u00e3o de corredores ecol\u00f3gicos, visando aumentar o fluxo g\u00eanico entre os remanescentes florestais, ou reflorestamentos que tenham por objetivo aumentar o tamanho de remanescentes e diminuir o efeito de borda.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Contribuir para a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade na regi\u00e3o do Vale do Para\u00edba, orientando as autoridades p\u00fablicas e demais seguimentos da sociedade na escolha de \u00e1reas para a cria\u00e7\u00e3o de unidades de conserva\u00e7\u00e3o da natureza.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Metodologia<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O estudo vem sendo realizado na por\u00e7\u00e3o do Vale do Para\u00edba conhecida como Microrregi\u00e3o de Tr\u00eas Rios, que est\u00e1 situada no Estado do Rio de Janeiro e \u00e9 composta pelos munic\u00edpios de Areal, Comendador Levy Gasparian, Para\u00edba do Sul, Sapucaia e Tr\u00eas Rios (CEPERJ 2011).<\/p>\n<p>Com a ajuda de imagens a\u00e9reas, cada remanescente florestal da Microrregi\u00e3o est\u00e1 sendo localizado, obtendo-se: o tamanho; a rela\u00e7\u00e3o per\u00edmetro\/\u00e1rea; o n\u00edvel de isolamento; e a proximidade de unidades de conserva\u00e7\u00e3o j\u00e1 estabelecidas.<\/p>\n<p>Ser\u00e1 realizada a amostragem da mirmecofauna (fauna de formigas) em fragmentos de florestas da Microrregi\u00e3o. O n\u00famero de esp\u00e9cies de formigas ser\u00e1 utilizado como um indicador da biodiversidade dos remanescentes florestais. Assim, parte-se do pressuposto que fragmentos florestais com maior n\u00famero de esp\u00e9cies de formigas possuem maior biodiversidade em geral.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Trabalhos realizados a partir desse projeto e onde podem ser encontrados:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Silverio Neto, R.; Bento, M.C.; Menezes, S.J.M.C.; Almeida, F.S.\u00a0Caracteriza\u00e7\u00e3o da Cobertura Florestal de Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica.<em>\u00a0<\/em>Floresta Ambiente, v.22, n.1. p.32-41, 2015. Dispon\u00edvel em: &lt;http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S2179-80872015000100032&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&gt;. ISSN 2179-8087.\u00a0 <a href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.1590\/2179-8087.058013\">http:\/\/dx.doi.org\/10.1590\/2179-8087.058013<\/a>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Bento, M.C. Propostas de manejo para Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o de sua cobertura florestal: estudo de caso no Munic\u00edpio de Tr\u00eas Rios &#8211; RJ. 2014. Trabalho de Conclus\u00e3o de Curso. (Gradua\u00e7\u00e3o em Gest\u00e3o Ambiental) &#8211; Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Orientador: Sady J\u00fanior Martins da Costa de Menezes. Co-orientador: F\u00e1bio Souto de Almeida.<\/p>\n<p>Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.itr.ufrrj.br\/portal\/propostas-de-manejo-para-unidades-de-conservacao-em-funcao-de-sua-cobertura-florestal-estudo-de-caso-no-municipio-de-tres-rios-rj\/<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Silv\u00e9rio Neto, R. Caracteriza\u00e7\u00e3o espacial da cobertura florestal dos munic\u00edpios da Microrregi\u00e3o de Tr\u00eas Rios-RJ. 2014. Trabalho de Conclus\u00e3o de Curso. (Gradua\u00e7\u00e3o em Gest\u00e3o Ambiental) &#8211; Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Orientador: F\u00e1bio Souto de Almeida. Co-orientador: Sady Junior Martins da Costa de Menezes.<\/p>\n<p>Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.itr.ufrrj.br\/portal\/caracterizacao-espacial-da-cobertura-florestal-dos-municipios-da-microrregiao-de-tres-rios-rj\/<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>DEAN, W. A Ferro e Fogo: A Hist\u00f3ria e a Devasta\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica Brasileira.\u00a0 S\u00e3o Paulo: Cia das Letras, 2002. 484p.<\/p>\n<p>CEPERJ \u2013 Funda\u00e7\u00e3o Centro Estadual de Estat\u00edsticas, Pesquisas e Forma\u00e7\u00e3o de Servidores P\u00fablicos do Rio de Janeiro. Dispon\u00edvel em: www.ceperj.rj.gov.br\/ceep\/info&#8230;\/Quadro_MesoeMicrorregioes_Geograficas.XLS Acesso em: 19 junho, 2018.<\/p>\n<p>MYERS, N.; MITTERMEIER, R.A.; MITTERMEIER, C.G.; FONSECA, G.A.B.; KENT, J. Biodiversity hotspots for conservation priorities. Nature, v.403, p.853-845, 2000.<\/p>\n<p>RIBEIRO, M.C.; METZGER, J.P.; MARTENSEN, A.C.; PONZONI, F.J. &amp; HIROTA, M.M. The Brazilian Atlantic Forest: how much is left, and how is the remaining forest distributed? Implications for conservation. Biological Conservation, v.142, p.1141-1153, 2009.<\/p>\n<p>SOARES, J.C.F. Uma breve hist\u00f3ria do caf\u00e9 na regi\u00e3o da Vila de Resende no s\u00e9culo XIX. Estudos \u201cNossa Terra, Nossa Gente.\u201d Dispon\u00edvel em: &lt;http:\/\/www.valedoparaiba.com \/terragente\/estudos\/cafe\/download.pdf&gt;. Acesso em: 13 set. 2011.<\/p>\n<p>STEIN, S.J. Vassouras: um munic\u00edpio brasileiro do caf\u00e9, 1850-1900. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1985. 361p.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto de Pesquisa Escolha de \u00e1reas priorit\u00e1rias para a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade na regi\u00e3o do Vale do Para\u00edba Coordenador: Prof. Dr. F\u00e1bio Souto de Almeida &nbsp; Proteger as esp\u00e9cies e os ecossistemas existentes na Mata Atl\u00e2ntica se reveste de elevada import\u00e2ncia, pelos in\u00fameros benef\u00edcios que proporcionam para a sociedade, mas \u00e9 tamb\u00e9m um grande desafio, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":123,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-45","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-projetos","cat-3-id","has_thumb"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/itr.ufrrj.br\/determinacaoverde\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/itr.ufrrj.br\/determinacaoverde\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/itr.ufrrj.br\/determinacaoverde\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/itr.ufrrj.br\/determinacaoverde\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/itr.ufrrj.br\/determinacaoverde\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=45"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/itr.ufrrj.br\/determinacaoverde\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":151,"href":"https:\/\/itr.ufrrj.br\/determinacaoverde\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45\/revisions\/151"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/itr.ufrrj.br\/determinacaoverde\/wp-json\/wp\/v2\/media\/123"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/itr.ufrrj.br\/determinacaoverde\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=45"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/itr.ufrrj.br\/determinacaoverde\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=45"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/itr.ufrrj.br\/determinacaoverde\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=45"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}